quarta-feira, 5 de outubro de 2016

Novo membro da família: Topre

Numa 2a. feira de chuva, dia 22/08, debaixo de muita chuva, chegou nosso novo membro da família: Topre (preto ao contrário). O cachorrinho que Hugo vinha querendo há tempos e que encasquetou com a ideia nos últimos meses. Depois de muita pesquisa dele e da mãe, chegaram a essa fofura.

Foto dada pela dona do canil

Hugo quando foi buscá-lo no canil

Em poucos minutos, já conquistou a família toda. É uma fofura, uma gracinha. E veio para mudar nossa rotina, nossas ideias e opiniões. Virou o xodó. E agora sou dinda de mais um!

 Mudança na casa. Grade no quartinho dele para hora de dormir 
e em momentos que ele precisar ficar preso

 Chamego com a dinda

 1a. vacina conosco

 É um amor só com Hugo

Ele sobe correndo pra nossa casa




Com os irmãozinhos: curico e mel

 Amores da dinda






Banho com a vovó

E hoje ele completa 4 meses de vida! (Está conosco há 1 mês e meio). 


Beijossssssss
┌──»ʍi૮ђα ツ

sábado, 1 de outubro de 2016

Livros: setembro 2016



Private - Missão Jogos Olímpicos: Chronos se diz um ser superior e quer acabar com os jogos olímpicos, que considera impuro e contra os princípios dos Jogos antigos. Knight, investigador da Private, persegue o psicopata através das cartas que ele envia para a jornalista Karen Poppe. Um suspense daqueles, que não da vontade de parar de ler.

Sinopse: Declaro abertos os Jogos Olímpicos de Londres de 2012! A Private Londres, filial da maior agência de investigações do mundo, está trabalhando com o Comitê Organizador das Olimpíadas para garantir a segurança da competição. Tudo estava correndo bem até que, na véspera da cerimônia de abertura, Sir Denton Marshall, um figurão do comitê, é brutalmente assassinado em sua casa. Um psicopata com sede de vingança pode pôr tudo a perder. Horas depois, a jornalista Karen Pope recebe um envelope contendo um cartão musical e uma carta assinada por um homem que se intitula Cronos. Ele assume a autoria do crime e diz que o pesadelo está apenas começando. Sua intenção é purificar os Jogos Olímpicos, manchados por mentiras e corrupção. Milhares de vidas estão em risco. Peter Knight, líder da Private Londres, logo percebe que Cronos não vai desistir até acabar de vez com o maior evento esportivo do mundo. Numa caçada implacável, a Private e a polícia de Londres tentam deter esse gênio do crime que parece saber mais do que deveria.


Não conte para a mamãe:Toni é uma mulher bem sucedida no trabalho e que vai para clínica onde sua mãe está internada com um câncer terminal passar os últimos dias com ela. No quarto de hospital ela relembra os momentos quando vivia como Antoinette, uma menina que foi abusada sexualmente pelo pai desde os 6 anos de idade até os 14. Sofria fortes ameaças do pai para não contar a mãe, que era conivente com a agressões físicas e moral que o pai fazia com a filha.  Relato tenso, triste, revoltante da autora, que viveu tudo isso de verdade. Reencontra o pai e co vive com os fantasmas do passado. Uau! Que livro! E nossa! Quanto preconceito a vítima sofre.


A frase que dá título ao livro de Toni Maguire, Não conte para a mamãe, poderia ser uma pacto ingênuo entre dois irmãos ou uma brincadeira entre crianças. Infelizmente, não é o caso. Na verdade, é a ameaça sofrida pela autora durante os quase dez anos em que foi violentada pelo próprio pai. Quando aconteceu pela primeira vez, a pequena e inocente Antoniette tinha apenas seis anos. Apesar da tenra idade, tudo ficou gravado em sua memória, o tempo nada dissipou: os detalhes, os sentimentos, a dor. Foi a primeira de muitas, incontáveis vezes. Não conte para a mamãe, de Toni Maguire, desvela a comovente história de um infância idílica que mascarava uma terrível verdade.





Eu me possuo: Karina é uma mulher livre, com os pais rígidos demais e uma avó fofa que é sua melhor amiga e conselheira. Com a maturidade, ela entende que foi estuprada 6 anos atrás, mas na época achou que a culpa fosse sua. Até que reencontrou o estuprador e tremeu. Ao poder dizer umas verdades a ele e se sentiu aliviada por tudo aquilo que viveu. Livro bom, daqueles que se lê de uma vez só, mas poderia ser mais aprofundado. Mas é ótimo que qualquer adolescente pode ler e entender tudo e saber quando é estupro ou não. E que a culpa nunca é da vítima.

Sinopse: “O fato de eu ter me sentido atraída por você, ter ido a sua casa, ter desejado transar com você, não signi fica que você poderia me violentar. Desejar um homem não é o mesmo que desejar ser estuprada por ele. Você disse que tem ido ao meu bar a m de se desculpar por alguma má impressão que tenha deixado em mim. Você não deixou uma má impressão, Gustavo. Você cometeu um crime. Talvez agora você me pergunte por que eu não te denunciei já que você é um criminoso. Naquela noite, eu dei um nó no meu vestido para disfarçar o rasgo que você fez e me limpei como pude no elevador. Fiquei perambulando pela rua meio tonta, depois entrei num táxi e fui para casa da minha avó. Fui direto para o chuveiro limpar aquilo de mim. Me senti suja, me senti culpada, me senti inferior, me senti até ruim de cama: carreguei por muito tempo acusações que serviam para você, não para mim. Minha falta de experiência me fez acreditar que a culpa era minha, que eu apertei algum botão maldito em você e que talvez sexo fosse aquele horror mesmo. Por isso eu me mantive em silêncio. Mas meu corpo gritava!”

O caderninho de desafios de Dash e Lily: Dash encontrou um moleskine vermelho entre os livros da Strand, uma livraria que costuma frequentar. Abriu e entrou no jogo proposto por Lily (na verdade, ideia de seu irmão). No inicio, achei um pouco arrastado, mas valeu a pena continuar. História engraçada, dei gargalhada em alguns momentos. Totalmente teen e diferente. Adorei!

Sinopse: O novo livro de David Levithan e Rachel Cohn que juntos escreveram Nick e Nora Uma noite de amor e música acompanha a dupla Lily e Dash. Ela está doida pra se apaixonar e, pra encontrar o par perfeito, decide criar um caderninho cheio de tarefas e deixá-lo na livraria mais caótica de Manhattan. Quem encontra o moleskine é Dash, e os dois começam a se corresponder e trocar sonhos, desafios e desejos no caderninho, que vai se perdendo nos mais diversos lugares de Nova York.





A geografia de nós dois: Lucy e Owen se conhecem ao ficarem presos no elevador do prédio onde moram, em Nova Iorque. Ambos se mudam e mantém contato por cartões postais. Mesmo a distância não param de pensar um no outro. Muitos desencontros, desentendimentos e uma vontade em comum. Livro fofo, com muitas viagens, muitos lugares bacanas e muito amor. Adorei!

Sinopse: Lucy mora no vigésimo quarto andar. Owen, no subsolo... E é a meio caminho que ambos se encontram - presos em um elevador, entre dois pisos de um prédio de luxo em Nova York. A cidade está às escuras graças a um blecaute. E entre sorvetes derretidos, caos no trânsito, estrelas e confissões, eles descobrem muitas coisas em comum. Mas logo a geografia os separa. E somos convidados a refletir... Onde mora o amor? E pode esse sentimento resistir à distância? Em A Geografia de Nós Dois, Jennifer E. Smith cria tramas cheias de experiências, filosofia e verdade.



obs.: Se alguém aqui tiver skoob e quiser me adicionar, meu perfil é esse aqui.
obs.2:Alguns desses livros estão à venda no @michavendelivros.

Beijossssssss
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quarta-feira, 28 de setembro de 2016

Rio 2016: Natação e Volei Sentado

Sábado, dia 17/09, eu e Con fomos assistir à natação. Chegamos cedo e demos uma volta pelo Parque Olímpico, já que seria nossa despedida dele. E depois fomos para o Parque Aquático Olímpico e tivemos a sorte de ver 3 pódios brasileiros:

Ouro pro nosso fenômeno, Daniel Silva, nos 100m livre S14

Bronze dos 100m livre S5 da Joana Maria Silva

Bronze no revezamento 4x100m medley S34.
 Daniel Dias, Juan de Souza, André Brasil e Felipe Rodrigues




Domingo, dia 18/08, o nosso último evento era o volei sentado masculino, onde o brasil disputou a medalha de bronze contra o Egito. Foi um jogão, super empolgante, dinânimo e impressionante, apesar do Brasil ter perdido, foi lindo ver a determinação dos jogadores, que lutaram ponto a ponto.








A noite foi o encerramento, e assistimos em casa pela TV. Achei aquém do esperado, um pouco lento demais, porém estava bonito, mas poderia ter sido muito melhor. Quando a pira foi apagada e os jogos foram declarados encerrados, o sentimento era de saudade.





Não poderia deixar de comprar minha medalha de torcedora, como recordação também:

Vivi dias incríveis, inesquecíveis e serei eternamente grata a Deus por isso, por ter realizado um sonho de muitos anos. E em "casa".



 Email que recebi por ter comprado tantos ingressos. Hahahaha




Beijossssssss
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segunda-feira, 26 de setembro de 2016

Rio 2016: Futebol de 7

6a. feira, 16/09, saí do trabalho e fui direto para ver o Futebol de 7, mais um evento que fui sozinha. Comprei dois ingressos: pra ver a disputa de bronze (14h) e a de ouro (17h), pois não sabia em qual delas o Brasil poderia vir a jogar (quando comprei o ingresso, ainda faltavam alguns jogos para definir a situação). E o Brasil disputou o bronze, num jogão.





Quem estava lá para entregar as medalhas, foi o capitão do penta, Cafu. Aproveitei para tietar e tirar foto.


Nossos medalhistas de bronze:



Cerimônia de premiação. Sempre linda demais e com Brasil no pódio tem gostinho mega especial.



Nome dos nossos guerreiros



Beijossssssss
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